Reclamações sobre EPIs: É SOBRE Cultura ou Qualidade?
Por que a resistência ao uso de EPI ainda é comum? Entenda como o conforto e a ergonomia dos calçados reduzem o cansaço e garantem a segurança.
Eventos recentes mostram como riscos petroquímicos vão além do óbvio; botas de segurança precisam responder a cenários extremos.
Plantas de processamento, áreas de armazenamento e linhas de transporte são locais típicos da indústria petroquímica. Nesses espaços, trabalhadores enfrentam risco de incêndio, contato com produtos corrosivos, quedas de objetos pesados e pisos escorregadios.
Casos recentes no Brasil ilustram esses desafios: em 2024, enchentes no polo de Triunfo (RS) paralisaram operações da Braskem, expondo equipes a solos instáveis e contaminados. Já em Maceió, o colapso parcial de uma mina de sal gerou contaminação e deslocamento de moradores, revelando como falhas estruturais também impactam a segurança ocupacional.
Os EPIs são essenciais, mas sua função vai além de “evitar acidentes imediatos”. No transporte, por exemplo, o derramamento de ácido sulfúrico após o colapso de uma ponte no Tocantins mostrou como riscos ambientais se combinam a falhas de infraestrutura, exigindo equipamentos resistentes a contato químico e exposição prolongada.
Nesse cenário, botas de segurança precisam oferecer:
Além disso, as Normas Regulamentadoras reforçam esses cuidados: a NR 6 obriga o fornecimento de EPIs adequados, a NR 9 (atual PGR) trata do controle de agentes químicos e físicos presentes nesses ambientes, a NR 20 estabelece requisitos para atividades com inflamáveis, enquanto a NR 12 destaca a proteção contra impactos de máquinas e equipamentos. Todas elas apontam para a necessidade de botas de segurança resistentes a químicos, impactos, escorregões e perfurações, alinhando a prevenção prática às exigências legais.
Com a adoção crescente de tecnologias de inspeção com IoT, drones e manutenção preditiva, a segurança também depende da integração entre monitoramento coletivo e proteção individual. Botas desenvolvidas com materiais como biqueira de composite e palmilhas de aramida se tornam parte dessa cadeia, garantindo confiabilidade em operações críticas.
A indústria petroquímica está sujeita a riscos ambientais, estruturais e climáticos que exigem EPIs mais robustos e tecnológicos. Nesse cenário, as botas de segurança são fundamentais não apenas para prevenir acidentes imediatos, mas também para oferecer resistência química, proteção contra impactos e aderência em pisos desafiadores, garantindo desempenho contínuo em ambientes extremos.
Entendemos que esses riscos devem ser levados a sério, mas estamos realmente tomando as ações necessárias? Na indústria petroquímica a segurança é sempre prioridade e estar atento às inovações do mercado de calçados de segurança não apenas reduz acidentes, como também assegura produtividade, conformidade com as NRs e avanço competitivo do setor.
É com esse foco que a Calfor Pampeana desenvolve soluções específicas para cada setor em que atua: Palmilha Antiperfuro Aramida, Biqueira de Composite, Blend Químico exclusivo, Solado Reforçado em Borracha e Amarra de Proteção. Tecnologias que unem ergonomia, durabilidade e alta performance, alinhadas às exigências legais e às condições extremas que definem o dia a dia desse setor estratégico.
Tecnologia, inovação e segurança. Por isso somos especialistas no que fazemos.
Fontes citadas:
ICIS / cobertura sobre Triunfo (retomada após enchentes).AP News / colapso parcial da mina de sal em Maceió e desdobramentos.Reuters / colapso de ponte e derramamento de ácido (impactos no transporte de químicos).