Segurança e saúde no trabalho por setor

Por Redação em

Confira os principais riscos de acidentes de trabalho, normas e tipos de EPI nos setores agrícola, alimentício, construção civil e industrial

As diferenças entre setores agrícola, alimentício, construção civil e industrial são evidentes. Mas eles também compartilham de semelhanças fundamentais para o seu desenvolvimento, como a responsabilidade de implementar medidas em prol da saúde e segurança dos
seus trabalhadores.

Além de responder por uma parte do PIB (Produto Interno Bruno) do País, cada setor também conta com uma quantidade de estabelecimentos e de trabalhadores (ou população ocupada). E quanto mais um setor se desenvolve, maior é a necessidade de reforçar a cultura de prevenção contra acidentes de trabalho entre empregadores e empregados. O que torna o fornecimento, conscientização e uso correto dos Equipamentos de Proteção Individual essenciais e obrigatórios, conforme exigido por lei (NR 06), para que os trabalhadores tenham segurança e conforto para realizar as suas atividades.

Acidentes de trabalho no Brasil
Segundo dados da Previdência Social, por ano, são registrados mais de 700 mil casos de acidente de trabalho no Brasil. O que coloca o país no 4º lugar do ranking mundial, atrás apenas de países como China, Índia e Indonésia, de acordo com dados da OIT (Organização Internacional do Trabalho). Entre os anos de 2014 a 2018, cerca de 1,8 milhão de trabalhadores precisaram ser afastados de suas ocupações em decorrência de acidente de
trabalho.

Saiba mais sobre os setores agrícola, alimentício, construção civil e industrial quando o assunto é prevenção de acidentes de trabalho!

SETOR AGRÍCOLA
O agronegócio brasileiro aparece em forte alta nos últimos anos, respondendo por 20% do PIB e com uma ocupação de mais de 18 milhões de pessoas no primeiro semestre de 2020, segundo o Centro de Estudos Avançados em Economia Aplicada (Cepea). Devido ao seu rápido crescimento, o setor também registra aumento das ocorrências de acidentes de trabalho, segundo dados da Previdência Social. 

Principais riscos de acidentes para o setor agrícola
Entre os principais acidentes no campo estão as lesões nos olhos, as queimaduras, os cortes nas mãos e as intoxicações por agrotóxicos. Porém, são inúmeros os riscos que podem ser enfrentados pelo trabalhador rural, tais como: animais peçonhentos, agentes parasitários, exposição a radiações solares e outras intempéries, ruídos e vibração de tratores e outras máquinas agrícolas, partículas de grãos armazenados, pólen, ácaros, dejetos, células de fungos e bactérias — elementos infecciosos e que podem desencadear processos alérgicos, entre outros.

Normatização para atividades rurais
Todo o EPI deve ser certificado pelo Ministério do Trabalho e Emprego, pois deve cumprir a NR 06 – Equipamento de Proteção Individual – EPI.

Porém, a NR 31 também atribui responsabilidades ao empregador e ao trabalhador rural:

“esta Norma Regulamentadora tem por objetivo estabelecer os preceitos a serem observados na organização e no ambiente de trabalho, de forma a tornar compatível o planejamento e o desenvolvimento das atividades da agricultura, pecuária, silvicultura, exploração florestal e aquicultura com a segurança e saúde e meio ambiente do trabalho.”

Importância do EPI para o setor agrícola
Por isso, a valorização do profissional do campo passa pelo EPI – Equipamento de Proteção Individual. Quando adequados às atividades realizadas, os EPIs viram ferramentas de trabalho que garantem a integridade física e a saúde do trabalhador. 

Tipos de EPI  – Botas de Segurança para o setor agrícola

  • Entre os Equipamentos de Proteção Individual para o setor agrícola, as botas de segurança feitas em PVC impermeáveis e antiderrapantes são indicadas para trabalhos em terrenos úmidos, lamacentos, encharcados ou com dejetos. 
  • Já para atividades com risco de queda de materiais, objetos pesados e trato com animais, recomendamos as botas de PVC com biqueira reforçada. 
  • As botas com solado reforçado são adequadas e recomendadas para atividades com risco de perfuração e as botas de cano longo, com ou sem amarração, para onde exista a presença de animais peçonhentos.
  • Para trabalhos com produtos químicos, além de impermeáveis, as botas de PVC devem ser resistentes.

Confira os EPIs Calfor para o setor agrícola

SETOR ALIMENTÍCIO
Segundo o Relatório Anual de 2019 da Associação Brasileira da Indústria de Alimentos (ABIA), o setor de alimentos e bebidas representa 9,6% do PIB brasileiro e é o maior gerador de empregos do País, com 1,6 milhão de empregos formais e diretos e 23% dos empregos da indústria de transformação. E quanto maior é número de trabalhadores, mais atenção deve ser dada à sua saúde e segurança, incluindo a distribuição de EPIs adequados e certificados. 

Principais riscos de acidentes no setor de alimentação
Choques elétricos, queimaduras, cortes e perfurações, além de escorregões, quedas e contaminação geral são riscos comuns no setor. Porém, como os agentes de risco podem variar de um estabelecimento para outro, é importante mapear todos os riscos de acordo com as atividades realizadas, com o objetivo de  definir ações para prevenir acidentes de trabalho.

Importância do EPI na indústria alimentícia
Existem muitos riscos que tornam os EPIs imprescindíveis para a Indústria Alimentícia, pois além de oferecerem segurança aos trabalhadores, os equipamentos também são importantes para proteger os alimentos (produtos). Afinal, tudo deve caminhar de forma segura até o alimento chegar à mesa do consumidor. No Brasil, os EPIs são determinados pela NR 06.

Tipos de EPI – botas de segurança para o setor de alimentos
Os principais equipamentos de proteção utilizados pelos trabalhadores da indústria de alimentos são as luvas, e máscaras, os protetores auriculares, as botas de PVC, os óculos, os capacetes, as toucas, os aventais impermeáveis e a roupa térmica (para quem trabalha em áreas refrigeradas).

  • As botas de Policloreto de Vinila (PVC) são leves, fáceis de lavar e têm alta resistência, o que garante uma boa durabilidade, além, é claro, de oferecer a melhor proteção contra os principais riscos. Por isso são as mais utilizadas na indústria alimentícia.

Conheça os EPIs Calfor para o setor alimentício

SETOR DA CONSTRUÇÃO CIVIL
Responsável por 6,2% do PIB brasileiro, o setor da construção civil conta com uma ocupação de mais de 6,7 milhões de pessoas, segundo dados da Pesquisa Nacional por Amostra de Domicílios Contínua (PNAD Contínua) divulgados pelo IBGE no início de 2020. Por isso, quando o assunto é acidente de trabalho, a construção civil é um dos segmentos que mais registram ocorrências, ocupando o primeiro lugar em incapacidade permanente, o segundo em mortes (perde apenas para o transporte terrestre) e o quinto em afastamentos com mais de 15 dias.

Principais riscos de acidentes no setor da construção civil
As quedas em altura, os materiais perfurantes,  os choques elétricos, os ruídos excessivos, a movimentação de objetos, a utilização de máquinas e equipamentos e os problemas respiratórios, entre outros, estão entre os riscos mais comuns para os trabalhadores da construção civil. Por isso, as proteções coletivas, a organização do trabalho e o uso adequado de EPIs às atividades são as principais medidas de gerenciamento dos riscos ocupacionais no setor.

Normatização para o setor da construção
Todo o EPI deve ser certificado pelo Ministério do Trabalho e Emprego, pois deve cumprir a NR 06 – Equipamento de Proteção Individual – EPI.

Porém, para reduzir os riscos de acidentes de trabalho na construção civil existem regras dispostas na Norma Reguladora 18 (NR-18), que trata especificamente da saúde e segurança na Construção Civil.
Esta Norma Regulamentadora – NR estabelece diretrizes de ordem administrativa, de planejamento e de organização, que objetivam a implementação de medidas de controle e sistemas preventivos de segurança nos processos, nas condições e no meio ambiente de trabalho na Indústria da Construção.”

Importância do EPI nos canteiros de obras
Extremamente necessários, os EPIs são obrigatórios e complementares ao uniforme como um dos principais recursos para manter a segurança da atividade laboral também na indústria da construção. Portanto, é fundamental identificar quais são os equipamentos de proteção para os trabalhadores do setor, além de capacitá-los para o seu uso correto e manutenção.

Tipos de EPI – botas de segurança para a construção civil
Os principais equipamentos de proteção utilizados pelos trabalhadores da construção são os capacetes de segurança, os protetores auditivos, os óculos, as máscaras, os calçados e botas de segurança, os cintos e as luvas, entre outros.

  • Botas de PVC são EPIs indicados para canteiros de obras com elevado nível de umidade, com áreas alagadas. Elas são 100% impermeáveis e muito resistentes, com solados variados, cano curto médio ou longo.
  • No canteiro  de obras, as botas de PVC da Calfor garantem proteção principalmente contra perfurações nos pés por pregos pregos, metais retorcidos, pedaços de madeira e vários outros materiais perfurantes. Mas também contra choques elétricos, torções e impactos em geral, contato com agentes químicos, temperaturas altas e baixas, ataques de animais peçonhentos, como aranhas e escorpiões, muito comuns em obras.

Saiba mais sobre os produtos Calfor para o setor da construção civil

SETOR INDUSTRIAL
A indústria brasileira emprega 9,4 milhões de trabalhadores e representa 22% do PIB, conforme divulgado pela Confederação Nacional da Indústria (CNI). Apesar de participar com apenas 20% dos trabalhadores formais do país, é o setor que possui a maior incidência de acidentes e trabalho a cada 100 mil trabalhadores.

Principais riscos de acidentes no setor industrial
As quedas de altura, os cortes e as contusões, os ruídos excessivos, as quedas de objetos, objetos perfurantes, umidade e queda de produtos químicos, entre outros, estão entre os riscos mais comuns para o trabalhador da indústria na realização das suas atividades. Por isso, medidas como uma boa sinalização, o uso de EPI e o treinamento e capacitação profissional são fundamentais para o desenvolvimento do setor.

Normatização para a indústria
As áreas cobertas pela regulamentação incluem a prevenção de riscos ambientais e se estendem por uma grande variedade de características e requisitos da indústria. Por isso, é possível que uma mesma organização seja obrigada a acompanhar mais de uma Norma Regulamentadora. Tudo dependerá da atividade de trabalho. 

Porém, é a Lei n.º 6.514/77 da CLT, regulamentada pela NR 06, que identifica as responsabilidades do empreendedor em relação aos EPIs. 

Importância do EPI na indústria
Um dos recursos essenciais e obrigatórios no setor industrial para prevenir acidentes de trabalho é o Equipamento de Proteção Individual – EPI. O seu uso adequado e correto traz inúmeros benefícios, entre eles a proteção da integridade física e a manutenção da sanidade dos trabalhadores do setor.

Tipos de EPI – botas de segurança para o setor industrial
Os principais equipamentos de proteção utilizados pelos trabalhadores nos mais diversos tipos de indústria são os protetores auriculares, as botas de segurança, os capacetes, as luvas, os cintos, as máscaras e os óculos, entre outros. 

  • Botas de PVC são EPIs indicados para diversas atividades industriais. Com cano  cano curto, médio ou longo, ela protege os pés contra água e umidade, já que é 100% impermeável e resistente, além de agentes abrasivos e escoriantes. As formas de aderência e desenhos do solado podem variar conforme cada local de trabalho, de acordo com as atividades realizadas e os riscos identificados.

Confira as botas de PVC Calfor indicadas para a indústria


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