5 erros ao usar EPI

Nem sempre o ambiente de trabalho fez o uso de epis, quando não havia as NR’s e a proteção adequada para cada setor, os índices de acidente de trabalho tinham uma taxa altíssima.
O que prejudicava principalmente o funcionário, mas também prejudicava o empregador que perderia o ritmo de produção.
Por conta disso, o epi se tornou parte da rotina de trabalho em todas as empresas que apresentem riscos a integridade do colaborador. Mas apesar de ter sido implementado o uso e ter as normas para auxiliar, alguns erros ainda são cometidos.

Quando o empregador fornece os acessórios aos funcionários, é preciso que aconteça a orientação do uso adequado.
O uso inadequado é mais comum do que imaginamos, seja por falta de conhecimento sobre a forma correta de usar o equipamento ou pelo descompromisso do funcionário.
O EPI deve ser usado sempre que houver a mínima possibilidade de risco ao funcionário de lesões ou escoriações. Seu uso é tão importante que é uma exigência regulamentada pela Lei nº 6.514 de dezembro de 1977, além das orientações de acordo com a NR6.
O desrespeito às regras pode acarretar multas à empresa e consequências sérias ao trabalhador, como doenças e acidentes que levam à invalidez.
Inclusive, de acordo com dados do Observatório de Segurança e Saúde do Trabalho, uma nova notificação de acidente de trabalho é feita a cada 50 segundos. Entre as lesões mais comuns, com mais de 900 mil registros, estão:
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